6 – A grande mudança
- 20 de ago. de 2023
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Atualizado: 4 de out. de 2023

Ao ter iniciado ou mesmo concluído o tratamento, é muito importante que o dependente mude de vida, de hábitos, de colegas, de lugares que frequentava. Nada que o remeta à vivência das drogas.
É preciso também haver um plano de ação, de modo a identificar o que poderá ser colocado na vida do usuário no espaço que vinha sendo preenchido pela droga. É necessário ter um propósito de vida.
Dependentes que param de usar drogas relatam um grande vazio dentro de si. Várias atividades poderão ser propostas e vai depender da sua realidade, do seu perfil.
No capítulo 8 há uma lista do que fazer para promover uma mudança de vida.
Seja qual a mudança, um tripé formado pela espiritualidade, pelo afeto e pelo trabalho, costuma ser muito eficiente no processo de recuperação do dependente, seja qual for o seu modo de vida.
A busca de um ser superior, Deus, seja qual for o seu entendimento, é importante para lhe dar forças, firmeza para seguir na nova vida e na sobriedade.
O afeto, a tolerância e compreensão da família e amigos com as novas atitudes do dependente também são fundamentais na recuperação. Às vezes, até um novo amor, uma nova paixão, poderá ajudar.
Ele precisa se sentir útil, por isso o trabalho é também parte fundamental nessa fase. Ter planos, metas, aprender uma nova profissão, especializar-se.
Atividades com livros, filmes, músicas, trabalhos artesanais, pinturas, hobbies, também podem igualmente ajudar preencher o seu cotidiano.
Ao mesmo tempo, o dependente precisa ser fortalecer emocionalmente para lidar com as frustrações para que uma eventual demissão, término de um relacionamento seja motivo para voltar para as drogas.
A família, os amigos, colegas de trabalho terão de estar igualmente preparados para receber “essa nova pessoa” e apoiá-la nas mudanças, na criação de novos hábitos.
O DEPENDENTE PRECISA MUDAR DE VIDA, DE HÁBITOS, DE LUGARES QUE FRENQUENTAVA. NADA QUE O REMETA À VIVÊNCIA DAS DROGAS



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