4 – Crie pontes com o dependente
- 31 de ago. de 2023
- 11 min de leitura
Atualizado: 4 de out. de 2023

Uma das premissas para a recuperação de um DEPENDENTE é que ele PRECISA QUERER, estar disposto a sair das drogas. É verdade.
Uma das premissas para a recuperação de um DEPENDENTE é que ele PRECISA QUERER, estar disposto a sair das drogas. É verdade.
Mas é verdade também que na maioria das vezes ele não tem condições, discernimento, para sair da situação e entender que sua vida caminha para um precipício.
Ele precisa de apoio e deve ser SENSIBILIZADO, CONVENCIDO de que precisa de ajuda. São várias fases e é preciso entender cada uma delas para seguir com segurança no processo de reabilitação.
A vontade do dependente de parar de usar drogas combinada com o apoio que receberá de pessoas próximas e a aceitação para mudar de vida formam um trio poderoso na reabilitação de dependente.
VONTADE, APOIO E MUDANÇA: TRIPÉ PODEROSO PARA A REABILITAÇÃO DO DEPENDENTE
Como despertar a vontade para sair das drogas
É comum associar a dificuldade de parar de usar drogas à falta de ‘força de vontade’ do dependente.
Além de carregar julgamentos, a associação cria a falsa ideia de que para sair das drogas, o indivíduo precisa ter uma força de vontade fenomenal, uma capacidade de superação fabulosa.
Não é nada disso. A vontade de buscar tratamento e parar de usar drogas e de mudar de vida não cai do céu nem nasce do dia para a noite. Ela precisa ser trabalhada, despertada em diferentes fases.
O DESPERTAR DA VONTADE DO DEPENDENTE PARA SE TRATAR PRECISA SER TRABALHADO
Fase da pré-contemplação
Se ainda estiver nos estágios iniciais, em que o dependente sente apenas prazer em usar drogas, a sensibilização para deixá-las pode ser mais difícil. É a fase chamada pré-contemplação.
Nessa fase, o dependente não tem clareza sobre quanto ele consome de drogas, nem dos prejuízos que elas podem lhe trazer. Não tem parâmetros para avaliar a gravidade da situação.
Os problemas não são evidentes, por isso ele pode se mostrar pouco receptivo a mudanças. Mesmo assim vale a pena agir. É hora de propor uma redução de uso, a chamada redução de danos.
É hora também de bater na tecla de que a vida é melhor sem drogas e municiar o dependente de informações sobre a doença de modo a conscientizá-lo dos riscos que corre.
NA PRÉ-CONTEMPLAÇÃO, O DEPENDE PODE SER POUCO RECEPTIVO A BUSCAR TRATAMENTO
Fase da contemplação
Mas se o uso já trouxe problemas e sofrimento ao usuário o processo pode ser facilitado. O dependente pode querer se livrar do desconforto, do incômodo que as drogas estão lhe causando.
É a fase chamada de contemplação.
Nela, o dependente começa a admitir que há algo errado em sua vida e precisa tomar uma atitude. Por causa da droga, já vivenciou problemas com a família, amigos, no emprego, de saúde e dinheiro.
Já tem a consciência dos prejuízos e por isso tende a aceitar ajuda em busca de tratamento. Ainda não tomou a decisão de se tratar, tem dúvidas ainda se vale a pena largar as drogas.
Essa é uma ótima oportunidade para trabalhar a vontade do dependente para se tratar e se livrar das drogas. Deve, portanto, ser constantemente encorajado e motivado a mudar de vida.
NA CONTEMPLAÇÃO, ADMITE QUE HÁ ALGO ERRADO EM SUA VIDA E TENDE A ACEITAR AJUDA
O apoio exigente
E como isso deve ser feito na prática? Há várias técnicas. Uma delas é tornar evidentes, escancarados, os eventos desastrosos que ocorreram ao dependente em consequência do uso e abuso de drogas.
Para isso, a família, os amigos, colegas devem fazer um detalhamento minucioso, com datas, horários, fotos, vídeos, etc. que comprovem as situações constrangedoras vividas por ele ao usar drogas.
Como os dependentes são especialistas em desculpas, subterfúgios, negação, é necessário ter tudo isso bem documentado para que ele crie consciência dos seus atos e problemas.
Se esse tipo de iniciativa não for bem-sucedida, se o dependente não aceita de forma alguma o tratamento, é conveniente buscar a ajuda de um profissional.
Quando há risco de perdas, de morte do dependente ou de pessoas próximas, é recomendável a internação compulsória para tratamento.
PESSOAS QUE APOIAM O DEPENDENTE DEVEM MONTAR RELATÓRIO ESCANCARANDO OS PROBLEMAS VIVIDOS PELO USO DE DROGAS
A tática da intervenção
Quando o dependente está irredutível, nega que perdeu o controle sobre as drogas, o uso excessivo, ou que tenha problemas decorrentes da doença, é possível recorrer a uma técnica chamada de Intervenção.
Trata-se de uma terapia grupal, que consiste em formar um grupo com familiares, amigos, colegas de trabalho, enfim, pessoas próximas ao ele, para uma conversa em conjunto.
É o momento em que se questionam as mentiras contadas, as manipulações feitas, as justificativas tortas para as diferentes situações.
E hora de dizer também que ele bebe e bebe muito, se droga e se droga muito, e que já se meteu em situações complicadas por causa disso. Que as coisas não vão bem no trabalho, com a família...
O objetivo é relatar pedaços da história do dependente, refletindo a realidade e não a falsa ideia que ele tem de si mesmo. É ainda uma forte demonstração que há muita gente na torcida para que ele se recupere.
Uma das premissas para a recuperação de um DEPENDENTE é que ele PRECISA QUERER, estar disposto a sair das drogas. É verdade.
Mas é verdade também que na maioria das vezes ele não tem condições, discernimento, para sair da situação e entender que sua vida caminha para um precipício.
Ele precisa de apoio e deve ser SENSIBILIZADO, CONVENCIDO de que precisa de ajuda. São várias fases e é preciso entender cada uma delas para seguir com segurança no processo de reabilitação.
A vontade do dependente de parar de usar drogas combinada com o apoio que receberá de pessoas próximas e a aceitação para mudar de vida formam um trio poderoso na reabilitação de dependente.
VONTADE, APOIO E MUDANÇA: TRIPÉ PODEROSO PARA A REABILITAÇÃO DO DEPENDENTE
Como despertar a vontade para sair das drogas
É comum associar a dificuldade de parar de usar drogas à falta de ‘força de vontade’ do dependente.
Além de carregar julgamentos, a associação cria a falsa ideia de que para sair das drogas, o indivíduo precisa ter uma força de vontade fenomenal, uma capacidade de superação fabulosa.
Não é nada disso. A vontade de buscar tratamento e parar de usar drogas e de mudar de vida não cai do céu nem nasce do dia para a noite. Ela precisa ser trabalhada, despertada em diferentes fases.
O DESPERTAR DA VONTADE DO DEPENDENTE PARA SE TRATAR PRECISA SER TRABALHADO
Fase da pré-contemplação
Se ainda estiver nos estágios iniciais, em que o dependente sente apenas prazer em usar drogas, a sensibilização para deixá-las pode ser mais difícil. É a fase chamada pré-contemplação.
Nessa fase, o dependente não tem clareza sobre quanto ele consome de drogas, nem dos prejuízos que elas podem lhe trazer. Não tem parâmetros para avaliar a gravidade da situação.
Os problemas não são evidentes, por isso ele pode se mostrar pouco receptivo a mudanças. Mesmo assim vale a pena agir. É hora de propor uma redução de uso, a chamada redução de danos.
É hora também de bater na tecla de que a vida é melhor sem drogas e municiar o dependente de informações sobre a doença de modo a conscientizá-lo dos riscos que corre.
NA PRÉ-CONTEMPLAÇÃO, O DEPENDE PODE SER POUCO RECEPTIVO A BUSCAR TRATAMENTO
Fase da contemplação
Mas se o uso já trouxe problemas e sofrimento ao usuário o processo pode ser facilitado. O dependente pode querer se livrar do desconforto, do incômodo que as drogas estão lhe causando.
É a fase chamada de contemplação.
Nela, o dependente começa a admitir que há algo errado em sua vida e precisa tomar uma atitude. Por causa da droga, já vivenciou problemas com a família, amigos, no emprego, de saúde e dinheiro.
Já tem a consciência dos prejuízos e por isso tende a aceitar ajuda em busca de tratamento. Ainda não tomou a decisão de se tratar, tem dúvidas ainda se vale a pena largar as drogas.
Essa é uma ótima oportunidade para trabalhar a vontade do dependente para se tratar e se livrar das drogas. Deve, portanto, ser constantemente encorajado e motivado a mudar de vida.
NA CONTEMPLAÇÃO, ADMITE QUE HÁ ALGO ERRADO EM SUA VIDA E TENDE A ACEITAR AJUDA
O apoio exigente
E como isso deve ser feito na prática? Há várias técnicas. Uma delas é tornar evidentes, escancarados, os eventos desastrosos que ocorreram ao dependente em consequência do uso e abuso de drogas.
Para isso, a família, os amigos, colegas devem fazer um detalhamento minucioso, com datas, horários, fotos, vídeos, etc. que comprovem as situações constrangedoras vividas por ele ao usar drogas.
Como os dependentes são especialistas em desculpas, subterfúgios, negação, é necessário ter tudo isso bem documentado para que ele crie consciência dos seus atos e problemas.
Se esse tipo de iniciativa não for bem-sucedida, se o dependente não aceita de forma alguma o tratamento, é conveniente buscar a ajuda de um profissional.
Quando há risco de perdas, de morte do dependente ou de pessoas próximas, é recomendável a internação compulsória para tratamento.
PESSOAS QUE APOIAM O DEPENDENTE DEVEM MONTAR RELATÓRIO ESCANCARANDO OS PROBLEMAS VIVIDOS PELO USO DE DROGAS
A tática da intervenção
Quando o dependente está irredutível, nega que perdeu o controle sobre as drogas, o uso excessivo, ou que tenha problemas decorrentes da doença, é possível recorrer a uma técnica chamada de Intervenção.
Trata-se de uma terapia grupal, que consiste em formar um grupo com familiares, amigos, colegas de trabalho, enfim, pessoas próximas ao ele, para uma conversa em conjunto.
É o momento em que se questionam as mentiras contadas, as manipulações feitas, as justificativas tortas para as diferentes situações.
E hora de dizer também que ele bebe e bebe muito, se droga e se droga muito, e que já se meteu em situações complicadas por causa disso. Que as coisas não vão bem no trabalho, com a família...
O objetivo é relatar pedaços da história do dependente, refletindo a realidade e não a falsa ideia que ele tem de si mesmo. É ainda uma forte demonstração que há muita gente na torcida para que ele se recupere.
É PRECISO DESPERTAR NO DEPENDENTE A VONTADE PARA O TRATAMENTO. PARA ISSO ELE PRECISA SER CONVENCIDO DE QUE AS COISAS NÃO VÃO BEM.
Aceitação, ação, busca de tratamento
Depois de todo esse percurso de sensibilização e convencimento, a aceitação autêntica de que está doente e precisando de ajuda é uma das etapas decisivas para a recuperação do dependente.
E isso vem com a conscientização de que o uso de drogas está arruinando a sua vida.
Nesse momento é preciso ter tudo planejado para as ações concretas de mudanças e tratamento. É preciso ajudá-lo a pesquisar e encontrar formas de tratamento especializado.
Há vários formatos de tratamento e estão descritos no capítulo 5, mas vão de atendimento telefônico a internação.
É recomendável participar também de terapia, individual ou em grupo, frequentar reuniões de grupo de apoio, como AA, NA, enfim, adotar estratégias de enfrentamento da doença e evitar recaídas.
Ao mesmo tempo, será preciso mudar de rotina, de hábitos, de companhias, de tudo que possa lhe trazer a memória do uso de drogas.
QUANDO O DEPENDENTE ACEITA SE TRATAR É PRECISO ESTAR COM TUDO PRONTO PARA O TRATAMENTOÉ PRECISO DESPERTAR NO DEPENDENTE A VONTADE PARA O TRATAMENTO. PARA ISSO ELE PRECISA SER CONVENCIDO DE QUE AS COISAS NÃO VÃO BEM.
Aceitação, ação, busca de tratamento
Depois de todo esse percurso de sensibilização e convencimento, a aceitação autêntica de que está doente e precisando de ajuda é uma das etapas decisivas para a recuperação do dependente.
E isso vem com a conscientização de que o uso de drogas está arruinando a sua vida.
Nesse momento é preciso ter tudo planejado para as ações concretas de mudanças e tratamento. É preciso ajudá-lo a pesquisar e encontrar formas de tratamento especializado.
Há vários formatos de tratamento e estão descritos no capítulo 5, mas vão de atendimento telefônico a internação.
É recomendável participar também de terapia, individual ou em grupo, frequentar reuniões de grupo de apoio, como AA, NA, enfim, adotar estratégias de enfrentamento da doença e evitar recaídas.
Ao mesmo tempo, será preciso mudar de rotina, de hábitos, de companhias, de tudo que possa lhe trazer a memória do uso de drogas.
QUANDO O DEPENDENTE ACEITA SE TRATAR É PRECISO ESTAR COM TUDO PRONTO PARA O TRATAMENTO
Mas é verdade também que na maioria das vezes ele não tem condições, discernimento, para sair da situação e entender que sua vida caminha para um precipício.
Ele precisa de apoio e deve ser SENSIBILIZADO, CONVENCIDO de que precisa de ajuda. São várias fases e é preciso entender cada uma delas para seguir com segurança no processo de reabilitação.
A vontade do dependente de parar de usar drogas combinada com o apoio que receberá de pessoas próximas e a aceitação para mudar de vida formam um trio poderoso na reabilitação de dependente.
VONTADE, APOIO E MUDANÇA: TRIPÉ PODEROSO PARA A REABILITAÇÃO DO DEPENDENTE
Como despertar a vontade para sair das drogas
É comum associar a dificuldade de parar de usar drogas à falta de ‘força de vontade’ do dependente.
Além de carregar julgamentos, a associação cria a falsa ideia de que para sair das drogas, o indivíduo precisa ter uma força de vontade fenomenal, uma capacidade de superação fabulosa.
Não é nada disso. A vontade de buscar tratamento e parar de usar drogas e de mudar de vida não cai do céu nem nasce do dia para a noite. Ela precisa ser trabalhada, despertada em diferentes fases.
O DESPERTAR DA VONTADE DO DEPENDENTE PARA SE TRATAR PRECISA SER TRABALHADO
Fase da pré-contemplação
Se ainda estiver nos estágios iniciais, em que o dependente sente apenas prazer em usar drogas, a sensibilização para deixá-las pode ser mais difícil. É a fase chamada pré-contemplação.
Nessa fase, o dependente não tem clareza sobre quanto ele consome de drogas, nem dos prejuízos que elas podem lhe trazer. Não tem parâmetros para avaliar a gravidade da situação.
Os problemas não são evidentes, por isso ele pode se mostrar pouco receptivo a mudanças. Mesmo assim vale a pena agir. É hora de propor uma redução de uso, a chamada redução de danos.
É hora também de bater na tecla de que a vida é melhor sem drogas e municiar o dependente de informações sobre a doença de modo a conscientizá-lo dos riscos que corre.
NA PRÉ-CONTEMPLAÇÃO, O DEPENDE PODE SER POUCO RECEPTIVO A BUSCAR TRATAMENTO
Fase da contemplação
Mas se o uso já trouxe problemas e sofrimento ao usuário o processo pode ser facilitado. O dependente pode querer se livrar do desconforto, do incômodo que as drogas estão lhe causando.
É a fase chamada de contemplação.
Nela, o dependente começa a admitir que há algo errado em sua vida e precisa tomar uma atitude. Por causa da droga, já vivenciou problemas com a família, amigos, no emprego, de saúde e dinheiro.
Já tem a consciência dos prejuízos e por isso tende a aceitar ajuda em busca de tratamento. Ainda não tomou a decisão de se tratar, tem dúvidas ainda se vale a pena largar as drogas.
Essa é uma ótima oportunidade para trabalhar a vontade do dependente para se tratar e se livrar das drogas. Deve, portanto, ser constantemente encorajado e motivado a mudar de vida.
NA CONTEMPLAÇÃO, ADMITE QUE HÁ ALGO ERRADO EM SUA VIDA E TENDE A ACEITAR AJUDA
O apoio exigente
E como isso deve ser feito na prática? Há várias técnicas. Uma delas é tornar evidentes, escancarados, os eventos desastrosos que ocorreram ao dependente em consequência do uso e abuso de drogas.
Para isso, a família, os amigos, colegas devem fazer um detalhamento minucioso, com datas, horários, fotos, vídeos, etc. que comprovem as situações constrangedoras vividas por ele ao usar drogas.
Como os dependentes são especialistas em desculpas, subterfúgios, negação, é necessário ter tudo isso bem documentado para que ele crie consciência dos seus atos e problemas.
Se esse tipo de iniciativa não for bem-sucedida, se o dependente não aceita de forma alguma o tratamento, é conveniente buscar a ajuda de um profissional.
Quando há risco de perdas, de morte do dependente ou de pessoas próximas, é recomendável a internação compulsória para tratamento.
PESSOAS QUE APOIAM O DEPENDENTE DEVEM MONTAR RELATÓRIO ESCANCARANDO OS PROBLEMAS VIVIDOS PELO USO DE DROGAS
A tática da intervenção
Quando o dependente está irredutível, nega que perdeu o controle sobre as drogas, o uso excessivo, ou que tenha problemas decorrentes da doença, é possível recorrer a uma técnica chamada de Intervenção.
Trata-se de uma terapia grupal, que consiste em formar um grupo com familiares, amigos, colegas de trabalho, enfim, pessoas próximas ao ele, para uma conversa em conjunto.
É o momento em que se questionam as mentiras contadas, as manipulações feitas, as justificativas tortas para as diferentes situações.
E hora de dizer também que ele bebe e bebe muito, se droga e se droga muito, e que já se meteu em situações complicadas por causa disso. Que as coisas não vão bem no trabalho, com a família...
O objetivo é relatar pedaços da história do dependente, refletindo a realidade e não a falsa ideia que ele tem de si mesmo. É ainda uma forte demonstração que há muita gente na torcida para que ele se recupere.
É PRECISO DESPERTAR NO DEPENDENTE A VONTADE PARA O TRATAMENTO. PARA ISSO ELE PRECISA SER CONVENCIDO DE QUE AS COISAS NÃO VÃO BEM.
Aceitação, ação, busca de tratamento
Depois de todo esse percurso de sensibilização e convencimento, a aceitação autêntica de que está doente e precisando de ajuda é uma das etapas decisivas para a recuperação do dependente.
E isso vem com a conscientização de que o uso de drogas está arruinando a sua vida.
Nesse momento é preciso ter tudo planejado para as ações concretas de mudanças e tratamento. É preciso ajudá-lo a pesquisar e encontrar formas de tratamento especializado.
Há vários formatos de tratamento e estão descritos no capítulo 5, mas vão de atendimento telefônico a internação.
É recomendável participar também de terapia, individual ou em grupo, frequentar reuniões de grupo de apoio, como AA, NA, enfim, adotar estratégias de enfrentamento da doença e evitar recaídas.
Ao mesmo tempo, será preciso mudar de rotina, de hábitos, de companhias, de tudo que possa lhe trazer a memória do uso de drogas.
QUANDO O DEPENDENTE ACEITA SE TRATAR É PRECISO ESTAR COM TUDO PRONTO PARA O TRATAMENTO



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